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Tribunal do Júri de Alegrete desclassifica crime e réu é condenado por lesões corporais graves

Em julgamento realizado nesta quinta-feira , o Tribunal do Júri da Comarca de Alegrete desclassificou a acusação de tentativa de homicídio e condenou um homem a 3 anos de reclusão em regime semiaberto pelo crime de lesões corporais graves. O Juiz de Direito Rafael Echevarria Borba, que presidiu o júri, também reconheceu a prática de delitos leves, mas o crime, ocorrido em 30 de junho de 2002, já havia prescrito . O réu, Wagner Silva, foi acusado de alcançar armas brancas para que Robert Cardoso e um adolescente tentassem matar dois homens durante a comemoração da vitória da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2002. O motivo seria a negativa de um deles em emprestar uma bandeira para Robert. O Tribunal do Júri acolheu a manifestação do Ministério Público e da Defensoria Pública de que não se tratava de uma tentativa de homicídio, razão pela qual o Juiz Presidente reconheceu a prática de crimes de lesões corporais graves e de lesões corporais leves. Nesse caso, o crime prescreveu em 2006, antes da remessa do inquérito policial distribuído em 2007 no Poder Judiciário. Esta foi a 10ª sessão plenária do Tribunal do Júri de Alegrete em 2021. Atuaram no júri a Promotora de Justiça Sabrina Cabrera Batista Botelho, na acusação, e na defesa, a Defensora Pública Silvana Lectzow dos Santos. Processo 002/2.07.0001908-9
10/06/2021 (00:00)
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